Já nem me lembrava da forma tão peculiar da felicidade. Este ano, uma semana após o meu aniversário, eis que recupero a minha casinha, entregue a gentes que não merece viver em apartamento.
Os direitos são para todos, excepto para aqueles que desconhecem que existem deveres.
O meu caso é no mínimo a expressão do ridículo que se perpetuou durante muitos meses, entregando-me a possibilidade do insólito e ao mesmo tempo do psicotico.
Na 6ª feira passada, respirei de alivio (ainda falta resolver algumas coisas). Esta experiência precipitou a minha alma ao egocentrismo que não me caracteriza, sobretudo relativizando à minha filha. É que ela estava com uma virose e eu não consegui interiorizar a tristeza que em qualquer outra situação se iria instalar vertiginosamente.
A justiça até agora mostrou-se inadequada, digo até, fosse eu patrão da justiça, despedia-a com justa causa, enquadrando-a na inadaptabilidade. SIM, a justiça é muito inerte, resolve deixar passar o tempo ao invés de tomar atitudes...
Neste caso, claramente eu fui a vítima, mas fui o desprotegido. A "Justiça" protege sempre a mais fraco, mas carece de instrumentização real para poder com justiça determinar qual é o mais fraco.
A justiça falhou, mas não falhou Deus, que, por intermédio de pessoas que já partiram, atendeu ao meu pedido.
Obrigado, Jesus.
terça-feira, 3 de março de 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário